sábado, 27 de junho de 2009
Borboleta, você está livre!
Você vê uma borboleta e a toma em suas mãos,
Você vê sua beleza e coloca no seu coração.
Desejando mantê-la consigo,
Você fecha as mãos em torno dela
Com receio de que voe e se vá.
Com grande alegria você pensa:
'Agora posso tê-la para sempre!'
Logo a alegria se vai,
Pois a beleza da borboleta já não é mais a mesma.
Parte da sua beleza era sua liberdade.
A borboleta sente-se traída,
Alguma coisa cruel afastou-a de sua liberdade.
Em pânico ela se debate para libertar-se
Apenas fazendo você apertá-la mais forte.
Percebendo como a borboleta deve estar se sentindo
Você abre suas mãos, ela oa novamente para longe
Agradecida por sentir-se livre outra vez.
Você então, pensa em palavras que há muito havia esquecido:
"Se você ama alguma coisa, deixe-a livre,
Se voltar é sua!
Se não voltar, nunca te pertenceu"
(S.R.)
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