quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Shrek


Ontem eu prometi para meu amigo Tarcyo que faria uma postagem pra ele hoje.
Estávamos numa conversa sem sentido sobre o Burro do Shrek.

(A conversa, adaptada)
T: Eu sou o Burro da sua vida?
S: Não...talvez, o Shrek.
T: Me chamou de ogro....

Daí, eu comecei a elencar milhões de motivos pra isso.
Por que eu gosto tanto de Shrek?

Shrek é, de fato, um ogro. Mas, existe alguma coisa por trás disso.
Ele tem estereótipo e atitudes de um ogro. É grosso, ignorante, mal educado, anti-social, (e, veja bem, estou falando do filme) mas, ensina algo de um valor impagável:
"Não é preciso ser bonito para chegar no felizes para sempre."

Shrek quebra os padrões do príncipe encantado e mostra o valor da beleza interior. Aquela que nem sempre conseguimos ver nos outros. A essência, aquilo que a pessoa é de verdade.
A correria do nosso dia a dia nos impede de enxergar o profundo do outro e, passamos a ver apenas a margem.
Shrek é um amor de pessoa, (ou seria de ogro?), se apaixona, encontra amigos, é leal aos seus princípios, um perfeito cavalheiro.

E o Burro? O Burro é o mais leal de todos os amigos. Mesmo sendo o mais irritante. Ele ouve todos os problemas do Shrek, é mal tratado, ouve gritos e reclamações. Um dos diálogos mais lindos do filme diz:
S: Se eu te tratei tão mal, porque você ainda está aqui?
B: Porque é isso que os amigos fazem.

Fato! É isso que os amigos fazem. Mesmo quando a vontade é virar as costas e sair. Os amigos, os verdadeiros amigos, permanecem ao nosso lado. Mesmo quando tratamos mal, porque eles conhecem nossa essência. Assim como o Burro conhecia o interior do Ogro.

E a Fiona? A princesa, que não era bem princesa. Linda por fora, e ogro na essência. Não que ela fosse má, mas era a sua natureza. De dia princesa, de noite ogro, até encontrar o verdadeiro amor e assumir sua verdadeira identidade.
A princesa desiste do Encantado, briga com seu pai, tudo em nome do amor que tem pelo ogro. Não se preocupa com a imagem, mas com o coração.

Uma lição de vida, uma história de amor e amizade que devemos aprender a enxergar. Além dos desenhos animados, da história contada a uma criança, existem coisas que mudam uma história.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Retrovisor.


Não existe uma maneira melhor de começar esse texto com um trecho de O Teatro Mágico:

"Retrovisor nos mostra o que ficou
O que partiu, o que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi
Calçadas e avenidas
Deixa explícito que se for pra frente
Coisas ficarão pra trás
A gente só nunca sabe que coisas são essas" (Retrovisor)

É ruim ter que deixar algumas coisas pra trás e seguir em frente. Nem sempre estamos preparados pra isso. Mas, é tão necessário quanto é difícil.
Só existe crescimento quando nos desprendemos das coisas que nos puxam para baixo. Aqueles fardos, pesados, que não nos deixam abrir as asas e alçar voo.

O texto diz: "Deixa explícito que se for pra frente coisas ficarão pra trás". Mais importante do quê deixar essas coisas pra trás, é aprender a viver sem elas e, ainda mais, poder olhar pra elas do retrovisor e saber que a decisão certa foi tomada.

"Retrovisor é passado", diz outro trecho que eu não incluí...mas, além de SER passado, é poder VER o passado.
O passado existe pra ser lembrado, e não vivido. O passado passou, (redundante, mas sincero), deixou suas marcas e deu adeus. É lá atrás que ele deve ficar. Podemos olhar pra ele e lembrar...das coisas boas, das ruins, das lições, das experiências... mas, NUNCA ficar presos a acontecimentos, e esquecer de viver o presente.
Porque, quando ele virar passado, vai ser tarde demais para vivê-lo.

"Não importa em quantos pedaços o seu coração for partido. O mundo não pára pra que você o conserte." (A.D.)

"O tempo não pára", dizia o saudoso Cazuza.

Viva o HOJE antes que ele se torne ONTEM. Deixa o passado no lugar dele. Se precisar, olha pelo retrovisor, e segue em frente em direção ao amanhã, sem se preocupar com o que vai encontrar.

Bom começo de mês para todos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Bobolindo


Namorado, pensar que tudo isso começou com uma brincadeira me dá uma alegria que não, talvez, eu não consiga explicar.

Na realidade, começou um pouco antes... começou ao som do Chiclete, certo? E aqui eu tenho que fazer um agradecimento especial, a uma pessoa que não vale a pena citar, por ter me levado àquele show.

Depois disso, o famoso MSN, sempre presente. E ai sim, começou a história de namorado. Meu namorado no The Sims.

Aí veio a festa do Lar da Providência, ao som de Ala Ursa, e eu me vi com ciúmes. “Que coisa estranha”, pensei.

E então, chegou a reunião do EJC, e aquele abraço, o que causou a ‘confusão’, foi um dos melhores que eu já tinha recebido.

Dois dias depois eu recebo uma das mensagens mais lindas da minha vida, e no dia seguinte, eu tô namorando e, metade do mundo já sabe!

Sabe o que é ter a vida de cabeça pra baixo em um mês? Pois é, eu sei!

Daí pra frente eu fui percebendo o quanto eu sou uma pessoa de sorte. Tenho amigos incríveis e um namorado maravilhoso.

Meu amor, obrigada por ter entrado na minha vida. Obrigada por todo o apoio, o carinho, a atenção. Por cada palavra dita, murmurada, sussurrada, escrita e guardada.

"Tem coisas que palavras não dizem, somente o olhar expressa, e o carinho confirma..."

Obrigada por todos os olhares, os mais tímidos, os mais engraçados, os mais bobos, os distraídos, os atentos, os divertidos...

Meu bobolindo, Obrigada por ser exatamente quem és, e permitir que eu seja exatamente quem sou.

Sua chatálinda

sexta-feira, 18 de março de 2011

MARILYA CAROLINE PEREIRA NASCIMENTO



Sabe aquela história de que o mundo dá voltas, e você tem que estar preparado pra elas?
Bom, em uma dessas voltas, o mundo me largou no Unipê, o último lugar em que eu gostaria de estar.
Bom, cheguei lá decidida a agir diferente, esperar. Dar tempo para conhecer e me aproximar das pessoas, e dar uma chance a TODAS as pessoas.
Mas aí, lá vem minha vida-novela-mexicana bagunçar tudo. Em pouco tempo, todo mundo já era 'melhor amigo de infância.'
Mas, como toda boa história, eis que surge a vilã pra acabar com a PAZ de todos. Pra varia eu estava envolvida nisso.
Foi no meio de toda essa tempestade que eu encontrei um farol. Marilya: uma menina-mulher de um sorriso radiante que alegra minhas tardes.
Saber que eu vou encontrar com você e as meninas, me dá força e ânimo pra aguentar as tribulações daquele lugar.

Xu, eu sei que vou ser OBRIGADA a conviver contigo pelos próximos 5 anos mas, depois disso virão mais 5, 10, 15, 20,.., 100, que eu vou conviver por que eu QUERO!
Você é uma AMIGA pra vida toda, gata, e já ocupa um lugar enorme no coração da pequena aqui.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Para quem quer aprender a gostar"

" Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado pra pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação, dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, eqüidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento da sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar; e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, (aquela conversa importante que precisamos ter); arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos); não teorize sobre o amor; ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que teme, como: a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente.
Jogue para o alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge da sua emoção e carência, catando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteira, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que intuiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz"
(Arthur da Távola)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Para Refletir...

- Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?


"O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda .

Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.

Finalmente.. ...

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.

...



...



Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo."

Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao
nosso lado'.

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está
nos protegendo.

Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja com você.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.

Evite tirar a sua venda antes do amanhecer..

sexta-feira, 20 de agosto de 2010


Felicidade? Não... a moléstia!

Momentos tão simples se tornam especiais, só por ter você ao meu lado!

"Sempre juntas, sempre unidas!", né?

Obrigada pela sua presença TÃO presente! (Redundante....mas, verdadeiro!)

Eu te amo!